Team Robôs

Uma das novidades do semestre para os alunos dos anos finais do Ensino Fundamental foi a aula de Robótica. Ministrada para a turma do 8º ano pelo professor de física, Guilherme Felix, a disciplina trouxe aos alunos a oportunidade de visitar a Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Lá, conheceram a Equipe de Competição de Robótica e conversaram com alguns integrantes da Rinobot Team, equipe formada por estudantes que trabalham com a programação de robôs. Porém, tal curiosidade chamou a atenção da turma Pre-teens. Com o projeto “Tecnologia”, a turma do professor Felipe Noronha também visitou o local para um estudo sobre os robôs.

A Rinobot Team é uma equipe com mais de 60 estudantes, de diversos cursos, que tem por principal função a programação de robôs para a participação de competições. “O mais importante foi mostrar aos alunos que, de maneira geral, em todas as categorias que a equipe disputa, os robôs são autônomos. Não existe controlador humano. O trabalho da gente é só programar qual vai ser a resposta do robô e, para isso, a gente usa algoritmos de detecção e resposta de comportamento de jogo. A equipe participa de várias competições, a nível nacional e nível internacional, de diversas categorias, como mini-futebol, sumô, seguidor de linha etc”, explica Guilherme. Os alunos, tanto do 8º ano quanto da turma Pre-teens, aproveitaram o trabalho de campo. “Gostei bastante, porque vimos como funcionam os robôs de luta e os que jogam futebol e foi legal também porque em sala de aula a gente usa bastante material que eles usam”, afirma a aluna do 8º ano, Amanda Alves. “Fiquei impressionado, porque lá tinha um monte de robôs e era incrível, porque eles não usavam controle remoto para controlá-los. E eu gosto muito de robôs, eles são muito fofos”, comenta o aluno da Pre-teens, Lucas Salles. “Além de fazer a programação de robôs, o objetivo principal da equipe é o de divulgar e difundir o conhecimento da robótica para a comunidade. Por isso eu levei os alunos da escola, para estimular essa busca pelo conhecimento sobre os robôs. No 8º ano eu não trabalho exatamente robótica. O que eu tento passar é uma noção de um microcontrolador. Então fazemos projetos mais simples, de fácil acesso e baixo custo, mas que levam a resultados interessantes. Muitas ideias que desenvolvemos em sala a equipe de robótica usa na programação de robôs. Então, embora a gente não construa um robô, não é um passo tão grande para chegarmos lá. Então, levar os alunos para conhecer a equipe foi legal para aproximá-los desse mundo”, finaliza Guilherme.